Ser simples é… usar máscara de proteção

Ser simples é… usar máscara como forma de evitar a propagação do Covid-19.

Não evita 100% da transmissão, mas atua como uma barreira física. Usar a máscara é algo óbvio e comum no Japão e, atualmente, foi adotado como regra em países como China, República Tcheca e outros.

Usamos máscara para proteger o outro de um vírus que eu possa ter, mesmo sem saber. Se o outro usar esta proteção também, além dos demais cuidados como higiene e distância social, vamos contribuir para o controle da pandemia.

O outro lado da moeda é… se todos usarem máscara descartável, vai faltar para as pessoas para quem o equipamento é crítico, como profissionais de saúde, pessoas em tratamento ou com baixa imunidade. Por isso, voltemos às soluções simples: máscaras de tecido. Sim, podem não oferecer total garantia de isolamento do vírus, mas certamente contribuirá como barreira física na contenção de gotículas respiratórias.

Há vários tutoriais na internet explicando como fazer a máscara de tecido, mas resumidamente: ela deve ser confeccionada com duas camadas de tricoline, que é resistente ao mesmo tempo que permite uma boa respiração, deve cobrir boca e nariz, ser bem ajustada ao rosto e arrematada com elástico, tiras para amarrar ou alças para encaixar nas orelhas.

A máscara de tecido é de uso individual, deve ser usada por no máximo 2 horas, evitando tocá-la ou manipulá-la com as mãos. Ao chegar em casa, primeiro lavar as mãos, retirar a máscara, lavá-la com sabão e passá-la com ferro quente antes de usar novamente. Como qualquer máscara, é preciso cuidado para evitar o efeito contrário, ou seja, ser contaminado por ela.

Quando pensamos em estética, usar máscaras personalizadas ou customizadas pode ser até “fashion”, um acessório, que transmite sua marca ou estilo. E quando pensamos no meio ambiente, sendo reutilizável, geramos menos lixo contaminado.

No início, podemos sentir que a máscara incomoda, o que é normal. Se nos esforçarmos um pouco, logo estaremos habituados. Afinal não foi assim com aquele par de óculos, o aparelho nos dentes ou, os mais antigos lembrarão, o cinto de segurança – hoje impensável não usar.

E quando nos acostumamos com a máscara em nós e nos outros, provavelmente teremos aprendido mais esta regra da boa educação. Mesmo sem coronavirus, devemos proteger as pessoas em nosso entorno contra uma virose ou constrangimento qualquer. 

Então, vamos fazer e usar nossas máscaras e com nosso exemplo ajudar romper mais este preconceito?


Imagem: masks4all.org – https://youtu.be/HhNo_IOPOtU

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