É na convivência que buscamos o reconhecimento, além da cooperação para atingirmos objetivos de sobrevivência e aprendizado que não atingiríamos sozinhos. Por outro lado, pela convivência, somos causadores e vítimas de situações conflitantes, frustrantes e estressantes.
Que tal fazermos a nossa parte para melhorar esta convivência?
- Informar-se e respeitar as regras em geral é um bom começo. Para quase tudo exige uma regra que alguém já definiu. Caso contrário, há sempre o bom senso.
- Respeitar o volume de barulho, como música, conversas, discussões, festas etc., seja nas casas, veículos ou espaço públicos. Ninguém tem obrigação de ser incomodado por sons que não pode evitar ouvir.
- Saudar sempre com um bom dia, boa tarde, boa noite. E o fazer olhando nos olhos e de preferência com um sorriso autêntico nos lábios. Mesmo que estejamos cansados ou mal humorados, lembremos que essa troca pode até melhorar o nosso dia.
- Respeitar a individualidade dos demais, não emitir opinião sem ser questionado e, claro, não comentar assuntos sobre terceiros, a tal fofoca. Se o vizinho quiser que opinemos sobre algum assunto, ele pedirá nossa opinião.
- Respeitar o descarte de lixo para ser recolhido, observando os dias e locais corretos, bem como a utilização de sacos apropriados. E lógico, nunca jogar detritos e bitucas de cigarro no chão ou nas ruas.
- Não abusar da buzina ao dirigir. A buzina é uma ferramenta de alerta e segurança, não de provocação ou xingamento. Estejamos atentos ao local e horário, pois seu uso pode perturbar a concentração ou descanso dos próximos.
- Recolher as fezes dos nossos pets, colocando em sacos e descartando em locais apropriados.
- Caminhar e dirigir nas vias próprias. Quando não existirem demarcações, todos devem usar recursos e cuidados dobrados.
- Contribuir para melhorar os espaços comunitários. Plantar árvores, fazer uma horta comunitária, contribuir com ideias em nosso edifício ou rua, são alguns exemplos de como fazer isso.
- Não danificar o espaço público. Nunca riscar paredes de banheiros e elevadores, preservar as flores, não danificar sinalização, não pixar os muros, nem de terrenos baldios. O que é público é de todos, não é seu.
- Procurar falar ao celular em locais mais reservados ou baixar o tom de voz. Ninguém é obrigado a ouvir as nossas mensagens ou conversas.
- Dar passagem e segurar a porta para quem estiver saindo ou entrando depois de nós.
O que você achou desta lista? O que mais podemos fazer ou deixar de fazer para uma convivência mais gentil?